top of page
ARTE julho 4.png
Venha para o Melhor sistema de Vendas para postos do Brasil agora mesmo

A ênfase nas críticas de Haddad aos alvos específicos.

Atualizado: 21 de nov. de 2023

A projeção de benefícios fiscais que ultrapassarão a marca de R$ 500 bilhões em 2024, atingindo o patamar mais elevado dos últimos nove anos.


Ao outorgar esses benefícios, o governo renuncia a uma parcela da arrecadação com o intuito de estimular setores específicos da economia. Contudo, Haddad propõe uma revisão dessa prática, especialmente diante dos desafios em eliminar o déficit fiscal.




Os incentivos fiscais, criticados pelo Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, estão estimados em R$ 523,7 bilhões para o ano de 2024, correspondendo a 4,5% do Produto Interno Bruto (PIB). Conhecidos como gastos tributários, esses benefícios representam renúncias fiscais deliberadas pelo governo para impulsionar setores específicos, resultando na abdicação voluntária de parte da arrecadação de impostos (veja mais abaixo os setores beneficiados).

Haddad propõe a revisão de alguns desses incentivos, argumentando que contribuem para o agravamento do equilíbrio das contas públicas, tema debatido nas últimas semanas devido à complexidade em zerar o déficit fiscal até 2024.

A projeção de R$ 523,7 bilhões em benefícios fiscais foi elaborada pela Secretaria da Receita Federal e incluída no envio do governo ao Congresso na proposta de Orçamento para o próximo ano.

Para 2023, a expectativa é que os benefícios fiscais alcancem cerca de R$ 450 bilhões, equivalente a 4,29% do PIB.

Na análise histórica, a projeção para o próximo ano representa a maior porcentagem desde 2015, quando os benefícios atingiram um recorde de 4,93% do PIB. A comparação com o PIB é considerada mais apropriada por especialistas em termos históricos.

4 visualizações

Comments


WhatsApp Image 2023-11-08 at 13.27.12.jpeg
bottom of page